Na próxima terça-feira, 20/03/2012, a Câmara Municipal de São Paulo deverá decidir quais novas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) serão instaladas. Nessa data haverá uma concentração popular nas galerias do plenário da Casa para reivindicar que uma das CPIs seja a do Hospital Sorocabana.
A investigação sobre o desvio de recursos do Hospital, que se encontra fechado há um ano e meio, é uma exigência da população da região oeste, movimento popular de saúde, ex-funcionários e ferroviários aposentados da antiga Fepasa.
Compareça: dia 20/03, nas galerias do plenário, a partir de 14h30
sábado, 17 de março de 2012
Ato Unificado do Dia Mundial da Saúde: adesão
As entidades, movimentos sociais e populares, sindicatos, coletivos e fóruns que desejam assinar a Carta aberta à população de São Paulo devem fazer contato através dos e-mails:
E telefone: 11-8657-0001
“O SUS é nosso. Ninguém tira da gente. Direito garantido não se compra e não se vende”
A APSP apóia!
2ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia
Inscreva seu pôster ou vídeo. Vamos fazer da 2ª Mostra um grande encontro da Psicologia
Estão abertas até dia 30 de março as inscrições de trabalhos para a 2ª Mostra. Poderão ser pôsteres ou vídeos de até 5 minutos. Participe! Venha mostrar a prática de nossa profissão!
Inscreva-se
Poster
Trabalho baseado em apresentação gráfica de resultados de uma prática em Psicologia.
Medidas: 90cm de largura por 120cm de altura.
Vídeo
Trabalho baseado em apresentação em vídeo relacionado à prática em psicologia, podendo ser o relato da prática ou um recurso utilizado durante a prática.
Duração máxima do vídeo: 5 minutos
Resolução mínima: 640x480
Formato: .MP4
Antes de cadastrar o trabalho, você deverá enviar o vídeo para o You Tube e informar o link do vídeo no Youtube no nosso sistema de inscrição de trabalhos. Se você já está cadastrado no evento, cliqueaqui para visualizar o manual de como postar o vídeo.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Seminário discute experiências em redes de atenção
Aprofundar o debate acerca de alguns dos temas centrais à organização de redes de atenção, que estão em discussão hoje nas várias instâncias de gestão do SUS e que são essenciais à integração assistencial, é o objetivo do seminário internacional Integração Assistencial em Redes de Atenção à Saúde, que acontece nos dias 19 e 20 de março, no salão internacional da ENSP. O Seminário apresentará a experiência internacional nesses campos, através do caso do Sistema Nacional de Saúde Espanhol e da experiência da Comunidade Autônoma da Catalunha, buscando traçar paralelos e construir referências para o enfrentamento dos desafios de organização de redes de atenção no caso brasileiro. As inscrições devem ser feitas pelo email redesras@ensp.fiocruz.br ou no primeiro dia do evento.
A palestra inaugural será proferida pelo vice-presidente da Fundação Instituto de Investigação em Serviços de Saúde de Valencia, Espanha, e editor-chefe da revista Gestión Clinica y Sanitari Ricardo Meneu, no dia 19 de março, às 10 horas. Em seguida, o seminário será composto por mais três mesas redondas, que discutirão o papel da autoridade sanitária; regionalização e descentralização; os instrumentos de planejamento; o modelo de atenção - perfis e funções dos níveis assistenciais e a articulação entre eles; a utilização de contratos e as diferentes estratégias e instrumentos de integração entre provedores.
De acordo com a pesquisadora da ENSP e coordenadora do evento, Rosana Kuschnir, o objetivo da programação é aprofundar a reflexão acerca dos dilemas enfrentados pelo SUS no desafio de superar a fragmentação, tanto do ponto de vista da construção da política, como da provisão do cuidado. "A proposta é poder partilhar a discussão com acadêmicos, gestores e técnicos que enfrentaram os mesmos desafios e têm tido êxito experimentando estratégias e instrumentos de integração já há muitos anos. Conhecer a experiência internacional ajuda a compreender melhor nossos próprios dilemas, identificar o que há de comum com outros sistemas, e o que nos é específico ".
Após os dois dias de palestra, também serão realizadas oficinas para aprofundamento dos temas, que, em conjunto com o Seminário, constituem-se num Curso de Atualização em Integração Assistencial em Redes de Atenção, dirigido a gestores e técnicos das três instâncias de governo envolvidos diretamente com a organização de redes de atenção e indicados por suas instituições.
A palestra inaugural será proferida pelo vice-presidente da Fundação Instituto de Investigação em Serviços de Saúde de Valencia, Espanha, e editor-chefe da revista Gestión Clinica y Sanitari Ricardo Meneu, no dia 19 de março, às 10 horas. Em seguida, o seminário será composto por mais três mesas redondas, que discutirão o papel da autoridade sanitária; regionalização e descentralização; os instrumentos de planejamento; o modelo de atenção - perfis e funções dos níveis assistenciais e a articulação entre eles; a utilização de contratos e as diferentes estratégias e instrumentos de integração entre provedores.
De acordo com a pesquisadora da ENSP e coordenadora do evento, Rosana Kuschnir, o objetivo da programação é aprofundar a reflexão acerca dos dilemas enfrentados pelo SUS no desafio de superar a fragmentação, tanto do ponto de vista da construção da política, como da provisão do cuidado. "A proposta é poder partilhar a discussão com acadêmicos, gestores e técnicos que enfrentaram os mesmos desafios e têm tido êxito experimentando estratégias e instrumentos de integração já há muitos anos. Conhecer a experiência internacional ajuda a compreender melhor nossos próprios dilemas, identificar o que há de comum com outros sistemas, e o que nos é específico ".
Após os dois dias de palestra, também serão realizadas oficinas para aprofundamento dos temas, que, em conjunto com o Seminário, constituem-se num Curso de Atualização em Integração Assistencial em Redes de Atenção, dirigido a gestores e técnicos das três instâncias de governo envolvidos diretamente com a organização de redes de atenção e indicados por suas instituições.
É amanhã: Assembleia da APSP
Os associados da Associação Paulista de Saúde Pública (APSP) estão convocados para assembleia da entidade, que acontece no dia 17 de março, sábado, às 9 horas.
Durante o evento, serão apreciadas propostas para modificações no estatuto social.
Participe!
Rua Cardeal Arcoverde, 1749, cj 78 B, Pinheiros, São Paulo – SP
A APSP conta com a sua presença.
Ainda não é sócio?
Associe-se.quinta-feira, 15 de março de 2012
Carta aberta à População de São Paulo
O Dia Mundial da Saúde é um marco importante: um momento em
que vários movimentos e entidades sociais saem às ruas para lutar por uma
Saúde Pública, Universal e de Qualidade para todos os brasileiros. Desde a
criação do SUS (Sistema Único de Saúde), em 1988, até hoje, ainda lutamos
pela total implantação desse Sistema, que colocou a Saúde como um direito
de todos e dever do Estado, privilegiou as ações de prevenção e promoção
da saúde e a efetiva participação da população. Por isso estamos aqui!
Uma pesquisa* recente aponta que 60% dos paulistanos elegeram a
saúde como a pior área da administração Kassab. Assim, o slogan de
propaganda que a prefeitura vem apresentando à população, ao invés de
“Antes não tinha, agora tem”, bem poderia ser “Antes não tinha,
continua sem”.
A saúde em São Paulo vai de mal a pior. A população sabe muito
bem a peregrinação para ter um atendimento de saúde adequado. As
deficiências no acesso ao socorro médico, a demora para realização de
exames, a ausência de especialidades médicas, a longa espera para a
realização de cirurgias e a falta de medicamentos continuam presentes no
cotidiano do paulistano. São muitos os hospitais fechados ou abandonados
pelo poder público municipal que poderiam ser recuperados e utilizados para
atender às necessidades de saúde da população.
Em São Paulo, o governo Municipal e Estadual tem privatizado a
Saúde entregando a administração dos serviços públicos para empresas
privadas que apenas visam o lucro, reforçando um modelo centrado na
doença e não na prevenção e promoção da saúde. Os bilhões de reais do
dinheiro público entregues à iniciativa privada deveriam colocar São Paulo
em 1° lugar no atendimento à saúde, porém não é o que tem acontecido,
além de que não é fiscalizado pelo controle social. Tem ocorrido um
profundo sucateamento das unidades públicas de saúde, alinhado a uma
política de arrocho salarial e precarização dos trabalhadores públicos. O
governo paulistano pela via da privatização quer vender os 25% dos leitos
do SUS dos hospitais públicos; está privatizando o Hospital das Clínicas e
Emílio Ribas; amplia os contratos com as O.S.´s (organizações sociais) e
recentemente tem “trabalhado” na criação das chamadas PPP´s (parcerias
público privada), na qual estabelece um programa de privatização dos
hospitais públicos municipais e contratações sem realização de concurso
público. Portanto, este modelo de privatização faz mal à saúde e só faz
engordar os tubarões da iniciativa privada!
Ao transformar a Saúde em mera mercadoria lucrativa, destroem-se
os direitos conquistados historicamente pela classe trabalhadora. Assim, a
luta contra a privatização da saúde é também a luta contra a liquidação
dos direitos sociais e das políticas públicas!
E por essas razões, nós dos movimentos populares e sociais,
entidades, sindicatos e fóruns,
Defendemos:
· Um financiamento do SUS que assegure acesso e qualidade a todos;
· Gestão pública e estatal da saúde, em defesa do SUS 100% público, Estatal e de
qualidade;
· A efetivação das propostas aprovadas na 14ª Conferência Nacional de Saúde;
· Concursos públicos com plano de cargos, carreiras e salários para todas as
políticas públicas;
· A autonomia do controle social do SUS;
· Abertura imediata da CPI do Sorocabana para apuração dos desvios de 200
milhões de reais do dinheiro do SUS; em defesa da gestão pública do Hospital;
· Apoio ao abaixo-assinado contra o PL 4330/04 do deputado Sandro Mabel, que
propõe a privatização de todos os serviços públicos;
· O fim da criminalização da pobreza e dos movimentos populares e sociais;
Repudiamos:
· O corte de 5,4 bilhões de investimentos para a área da saúde praticado pelo
Governo Federal;
· As medidas de internação compulsória e ao financiamento das comunidades
terapêuticas,
· A renovação da DRU (Desvinculação da Receita da União) sobre as receitas da
seguridade social;
· As medidas autoritárias e violentas do Governo Municipal e Estadual usadas na
Cracolândia, em Pinheirinho, na Favela do Moinho e nas desocupações do
Movimento de Moradia.
· A ingerência do prefeito e seus secretários em todos os espaços de participação
popular;
TODOS PELO SUS!
* Data Folha – Opinião Pública 02/09/2011
quarta-feira, 14 de março de 2012
QualiHosp 2012
O QualiHosp, Congresso Internacional de Qualidade em Serviços e Sistemas de Saúde acontece no dia 3 de abril, em São Paulo. O evento é promovido pelo GVSaúde.
Mais informações aqui.
Assembleia da APSP
Os associados da
Associação Paulista de Saúde Pública (APSP) estão convocados para assembleia da
entidade, que acontece no dia 17 de março, sábado, às 9 horas.
Durante o evento,
serão apreciadas propostas para modificações no estatuto social.
Participe!
Rua Cardeal
Arcoverde, 1749, cj 78 B, Pinheiros, São Paulo – SP
A APSP conta com a
sua presença.
Ainda não é sócio?
Associe-se.Material do curso de envelhecimento em acesso aberto
Fonte: ENSP
Levando-se em conta que as projeções apontam para o fato de que, em 2025, seremos a sexta população idosa no mundo, é necessário agirmos com rapidez para podermos dar conta desta mudança iminente’, diz o texto de apresentação do curso Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa, oferecido na modalidade a distância, que acaba de ser disponibilizado para download na Biblioteca Multimídia da ENSP e no Campus Virtual em Saúde Pública (CVSP). A ação está de acordo com a Política de Acesso Aberto ao Conhecimento adotada em 2011 pela Escola. A ideia é que, aos poucos, os materiais de todos os cursos da EAD/ENSP sejam disponibilizados para acesso livre.
Este curso, uma ferramenta para a necessidade de implementação da Política Nacional de Saúde do Idoso, de forma a capilarizá-la por todo o território nacional, foi desenvolvido em 15 módulos, divididos em 4 unidades intituladas Envelhecimento, velhice, sociedade e políticas; Demografia e epidemiologia do envelhecimento; Atenção à saúde da pessoa idosa; e Participação social e envelhecimento.
A Escola está trabalhando para a entrada, cada vez mais rápida, desses materiais em seu repositório institucional. A inclusão é feita dentro dos critérios da Política de Acesso Aberto que está sendo desenvolvida na Escola. Com a adoção dessas ações, a Escola está contribuindo para ampliar o acesso ao conhecimento por ela produzido, além de dar transparência aos investimentos e às ações realizadas. Dessa forma, o amplo e livre acesso aos resultados das pesquisas também colabora de forma importante para o controle social. Acesso livre significa a livre disponibilização, na internet, de literatura de caráter científico, permitindo a qualquer utilizador pesquisar, consultar, descarregar, imprimir, copiar e distribuir o texto integral de artigos e outras fontes de informação científica.
Nesse recente movimento da Escola, iniciado em 2011, a ENSP reconhece os direitos autorais, sejam eles morais ou patrimoniais, em relação ao conhecimento produzido e entende que é obrigação das instituições públicas garantir que a sociedade tenha acesso a ele. O Seminário Internacional Acesso Livre ao Conhecimento, realizado em abril do último ano, foi o marco inicial da adesão da Escola ao Movimento Internacional de Acesso Aberto ao Conhecimento. Em consonância com o movimento mundial, a Escola declara a importância da promoção do acesso universal à informação e ao conhecimento como condição essencial ao desenvolvimento sustentável das nações, à promoção da qualidade de vida das pessoas e à inovação.
Segundo a coordenadora de Comunicação Institucional da ENSP, Ana Furniel, este movimento, com aproximadamente uma década de existência, é denominado Open Educational Resources (OER) ou Recursos Educacionais Abertos (REA). Ele, apesar de ser considerado um movimento jovem, está alcançando muitas instituições. A Unesco, em evento conhecido como The Forum on the Impact of Open Courseware for Higher Education Institutions in Developing Countries, cunhou o termo Open Educational Resource, cuja definição, desenvolvida no ano de 2002, considera a provisão de recursos educacionais abertos, ativada por tecnologias de informação e comunicação para consulta, utilização e adaptação por uma comunidade de usuários para fins não comerciais.
Desde a sua adesão a este movimento, a ENSP vem realizando um conjunto de ações que reafirmam seu compromisso com a política de acesso aberto na instituição. A acessibilidade ao material didático produzido no âmbito de seus cursos de Educação a Distância é uma delas. Além disso, a organização e realização do Seminário Internacional de Acesso Livre ao Conhecimento; o mapeamento de suas atividades para definição de política institucional de acesso aberto; a gestão e alimentação da página eletrônica para o Movimento de Acesso Aberto na Escola; o lançamento da fan page na rede social Facebook sobre as iniciativas de acesso aberto; e o desenvolvimento de novo Repositório Institucional para acesso livre à sua produção científica também são ações previstas neste processo.
Este curso, uma ferramenta para a necessidade de implementação da Política Nacional de Saúde do Idoso, de forma a capilarizá-la por todo o território nacional, foi desenvolvido em 15 módulos, divididos em 4 unidades intituladas Envelhecimento, velhice, sociedade e políticas; Demografia e epidemiologia do envelhecimento; Atenção à saúde da pessoa idosa; e Participação social e envelhecimento.
A Escola está trabalhando para a entrada, cada vez mais rápida, desses materiais em seu repositório institucional. A inclusão é feita dentro dos critérios da Política de Acesso Aberto que está sendo desenvolvida na Escola. Com a adoção dessas ações, a Escola está contribuindo para ampliar o acesso ao conhecimento por ela produzido, além de dar transparência aos investimentos e às ações realizadas. Dessa forma, o amplo e livre acesso aos resultados das pesquisas também colabora de forma importante para o controle social. Acesso livre significa a livre disponibilização, na internet, de literatura de caráter científico, permitindo a qualquer utilizador pesquisar, consultar, descarregar, imprimir, copiar e distribuir o texto integral de artigos e outras fontes de informação científica.
Nesse recente movimento da Escola, iniciado em 2011, a ENSP reconhece os direitos autorais, sejam eles morais ou patrimoniais, em relação ao conhecimento produzido e entende que é obrigação das instituições públicas garantir que a sociedade tenha acesso a ele. O Seminário Internacional Acesso Livre ao Conhecimento, realizado em abril do último ano, foi o marco inicial da adesão da Escola ao Movimento Internacional de Acesso Aberto ao Conhecimento. Em consonância com o movimento mundial, a Escola declara a importância da promoção do acesso universal à informação e ao conhecimento como condição essencial ao desenvolvimento sustentável das nações, à promoção da qualidade de vida das pessoas e à inovação.
Segundo a coordenadora de Comunicação Institucional da ENSP, Ana Furniel, este movimento, com aproximadamente uma década de existência, é denominado Open Educational Resources (OER) ou Recursos Educacionais Abertos (REA). Ele, apesar de ser considerado um movimento jovem, está alcançando muitas instituições. A Unesco, em evento conhecido como The Forum on the Impact of Open Courseware for Higher Education Institutions in Developing Countries, cunhou o termo Open Educational Resource, cuja definição, desenvolvida no ano de 2002, considera a provisão de recursos educacionais abertos, ativada por tecnologias de informação e comunicação para consulta, utilização e adaptação por uma comunidade de usuários para fins não comerciais.
Desde a sua adesão a este movimento, a ENSP vem realizando um conjunto de ações que reafirmam seu compromisso com a política de acesso aberto na instituição. A acessibilidade ao material didático produzido no âmbito de seus cursos de Educação a Distância é uma delas. Além disso, a organização e realização do Seminário Internacional de Acesso Livre ao Conhecimento; o mapeamento de suas atividades para definição de política institucional de acesso aberto; a gestão e alimentação da página eletrônica para o Movimento de Acesso Aberto na Escola; o lançamento da fan page na rede social Facebook sobre as iniciativas de acesso aberto; e o desenvolvimento de novo Repositório Institucional para acesso livre à sua produção científica também são ações previstas neste processo.
Acesse aqui todo o material didático do curso.
MOÇÃO DE APOIO DAS MULHERES À COMISSÃO DA VERDADE
Para:Presidente da República Federativa do Brasil;
Congresso Nacional do Brasil; Supremo Tribunal Federal;
Ministro da Defesa
MOÇÃO DE APOIO DAS MULHERES À COMISSÃO DA VERDADE
A gente conta a História como quem conta histórias. Decorrência de nossa tradição oral.
Histórias de Maria, de Rose, de Nair, de Ana, de Amelinha, de Criméia, de Clara, de Clarice, de Eleonora, de Dilma, e também de João, de Vlado, de Pedro, de Paulo, de Chico, de Márcio, de José...
Uma geração de homens e mulheres valorosos que dedicou os melhores anos de suas vidas para restabelecer a democracia que vivemos hoje. Escolheram os caminhos mais diversos – a atividade parlamentar (enquanto ainda não proibida), a luta armada, a greve, o exílio ou auto-exílio, o estudo, a discussão, a resistência, a solidariedade, o apoio, a mobilização nas ruas, mesmo que proibidas.
Tempos em que se restringiu a liberdade de expressão, de reunião, de informação, de ir-e-vir, de pensar e de agir, da população. Tempos em que as pessoas que te visitavam tinham que se identificar com o zelador, que passava a lista à polícia. Tempos em que não se podia votar, eleger, decidir, escolher.
Mulheres foram presas, aguentaram requintes de crueldade, sofrendo também constrangimentos, estupros, ameaças de ou torturas inomináveis nascidas de mentes perversas, torturas de seus filhos ante os seus olhos
Foi também das mulheres a iniciativa de construir o Movimento Feminino pela Anistia, que logo foi engrossado pela sociedade e, em pouco tempo, fomos ficando tantos e tantas, que não houve outra saída senão redemocratizar o país.
Essa história, não se conta na escola. Ainda.
Muitos anos depois, o Congresso finalmente aprova a criação de uma Comissão da Verdade, para averiguar as ignomínias não-esclarecidas. A mídia começa a se ocupar do caso.
O general Rocha Paiva, atribuindo-se o papel de porta-voz, se permite ironizar e duvidar do relato de tortura da atual presidenta Dilma, da causa de morte do Wladimir Herzog, e questionar a legitimidade da estruturação da Comissão.
Pronunciamentos de militares sobre duas de nossas ministras – Maria do Rosário e Eleonora Menicucci – bem como questionamentos da autoridade do Ministro da Defesa, tentam criar um fato e um constrangimento político.
Por isso nós, mulheres reunidas neste 8 de março – Dia Internacional da Mulher – vimos a público afirmar o nosso apoio integral à Comissão da Verdade.
Que nossa história seja finalmente revelada, que a verdade seja estabelecida, que se revele o destino dos desaparecidos, que se iluminem os porões.
Que se restabeleçam a memória e a história, para que não se perpetuem a prisão arbitrária e a tortura ou jamais se reinstituam os mesmos mecanismos de exceção.
Os signatários
Assine aqui.
Congresso Nacional do Brasil; Supremo Tribunal Federal;
Ministro da Defesa
MOÇÃO DE APOIO DAS MULHERES À COMISSÃO DA VERDADE
A gente conta a História como quem conta histórias. Decorrência de nossa tradição oral.
Histórias de Maria, de Rose, de Nair, de Ana, de Amelinha, de Criméia, de Clara, de Clarice, de Eleonora, de Dilma, e também de João, de Vlado, de Pedro, de Paulo, de Chico, de Márcio, de José...
Uma geração de homens e mulheres valorosos que dedicou os melhores anos de suas vidas para restabelecer a democracia que vivemos hoje. Escolheram os caminhos mais diversos – a atividade parlamentar (enquanto ainda não proibida), a luta armada, a greve, o exílio ou auto-exílio, o estudo, a discussão, a resistência, a solidariedade, o apoio, a mobilização nas ruas, mesmo que proibidas.
Tempos em que se restringiu a liberdade de expressão, de reunião, de informação, de ir-e-vir, de pensar e de agir, da população. Tempos em que as pessoas que te visitavam tinham que se identificar com o zelador, que passava a lista à polícia. Tempos em que não se podia votar, eleger, decidir, escolher.
Mulheres foram presas, aguentaram requintes de crueldade, sofrendo também constrangimentos, estupros, ameaças de ou torturas inomináveis nascidas de mentes perversas, torturas de seus filhos ante os seus olhos
Foi também das mulheres a iniciativa de construir o Movimento Feminino pela Anistia, que logo foi engrossado pela sociedade e, em pouco tempo, fomos ficando tantos e tantas, que não houve outra saída senão redemocratizar o país.
Essa história, não se conta na escola. Ainda.
Muitos anos depois, o Congresso finalmente aprova a criação de uma Comissão da Verdade, para averiguar as ignomínias não-esclarecidas. A mídia começa a se ocupar do caso.
O general Rocha Paiva, atribuindo-se o papel de porta-voz, se permite ironizar e duvidar do relato de tortura da atual presidenta Dilma, da causa de morte do Wladimir Herzog, e questionar a legitimidade da estruturação da Comissão.
Pronunciamentos de militares sobre duas de nossas ministras – Maria do Rosário e Eleonora Menicucci – bem como questionamentos da autoridade do Ministro da Defesa, tentam criar um fato e um constrangimento político.
Por isso nós, mulheres reunidas neste 8 de março – Dia Internacional da Mulher – vimos a público afirmar o nosso apoio integral à Comissão da Verdade.
Que nossa história seja finalmente revelada, que a verdade seja estabelecida, que se revele o destino dos desaparecidos, que se iluminem os porões.
Que se restabeleçam a memória e a história, para que não se perpetuem a prisão arbitrária e a tortura ou jamais se reinstituam os mesmos mecanismos de exceção.
Os signatários
Assine aqui.
ReHuNa recebe homenagem do Ministerio da Saúde
A ReHuNa (Rede pela Humanização do Parto e Nascimento), que
promove e reivindica a prática do atendimento humanizado ao parto/nascimento em
todas as suas etapas, a partir do protagonismo da mulher, na unidade mãe/bebê e
da medicina baseada em evidências científicas, recebeu homenagem do Ministerio da
Saúde durante comemorações do Dia Internacional da Mulher.
A homenagem, pela relevante contribuição que a ReHuNa vem
oferecendo às políticas públicas, foi entregue pelo ministro da saúde,
Alexandre Padilha.
Daphne Rattner, da coordenação executiva da ReHuNa, acredita
que o reconhecimento do trabalho é graças à força do movimento e da ReHuNa e
que, com maior visibilidade, “poderemos contribuir para gestações e partos mais
saudáveis para muitas mulheres, seus bebês e suas famílias”.
XXI Enatespo e XII Congresso Brasileiro de Saúde Bucal Coletiva
Caros Colegas,
Convidamos todos para participar do o XXI ENATESPO e o XII
Congresso Brasileiro de Saúde Bucal Coletiva, que vão
acontecer em Belo Horizonte, no Minascentro, nos dias 28, 29 e 30 de
maio de 2012.
Uma das nossas maiores preocupações está sendo com o caráter técnico e
científico deste evento. Para organiza-lo, contamos com a fundamental
colaboração do COSEMS-MG e dos Coordenadores Estaduais de Saúde Bucal
que nos ajudaram, por meio de uma enquete, a identificar os principais
problemas, dificuldades e desafios que se colocam para construção da
política de Saúde Bucal nas três esferas de governo. Esta estimativa
rápida nos permitiu agrupar as respostas em seis grandes eixos
temáticos que constituem as mesas e as rodas de conversa que
acontecerão durante o evento. E o fizemos desta forma, com a intenção
de que as discussões possam apontar, de alguma maneira, para os
enfrentamentos que teremos pela frente, nos campos da gestão,
organização e avaliação dos serviços, na construção do modelo de
atenção e do processo de trabalho, na formação de recursos humanos, na
orientação dos projetos de pesquisas, no desenvolvimento e na
incorporação de tecnologias em saúde bucal.
Convidamos todos para participar do o XXI ENATESPO e o XII
Congresso Brasileiro de Saúde Bucal Coletiva, que vão
acontecer em Belo Horizonte, no Minascentro, nos dias 28, 29 e 30 de
maio de 2012.
Uma das nossas maiores preocupações está sendo com o caráter técnico e
científico deste evento. Para organiza-lo, contamos com a fundamental
colaboração do COSEMS-MG e dos Coordenadores Estaduais de Saúde Bucal
que nos ajudaram, por meio de uma enquete, a identificar os principais
problemas, dificuldades e desafios que se colocam para construção da
política de Saúde Bucal nas três esferas de governo. Esta estimativa
rápida nos permitiu agrupar as respostas em seis grandes eixos
temáticos que constituem as mesas e as rodas de conversa que
acontecerão durante o evento. E o fizemos desta forma, com a intenção
de que as discussões possam apontar, de alguma maneira, para os
enfrentamentos que teremos pela frente, nos campos da gestão,
organização e avaliação dos serviços, na construção do modelo de
atenção e do processo de trabalho, na formação de recursos humanos, na
orientação dos projetos de pesquisas, no desenvolvimento e na
incorporação de tecnologias em saúde bucal.
4º Curso de Especialização em Direito Sanitário IDISA – UNICAMP
4º Curso de Especialização em Direito Sanitário
IDISA – UNICAMP
Informações
Carga Horária: 407 horas
Curso Quinzenal
Sextas: das 14h às 22h e aos sábados das 9h às 13h
Início:A partir da Segunda Quinzena de Abril (Entraremos em Contato)
Valor do investimento/mensalidade: R$350,00 (Já considerando financiamento do poder público).
Processo seletivo
IDISA – UNICAMP
Informações
Carga Horária: 407 horas
Curso Quinzenal
Sextas: das 14h às 22h e aos sábados das 9h às 13h
Início:A partir da Segunda Quinzena de Abril (Entraremos em Contato)
Valor do investimento/mensalidade: R$350,00 (Já considerando financiamento do poder público).
Processo seletivo
XXVI Congresso do COSEMS/SP: Carta de Marília
Entre os dias 6 e 9 de março, aconteceu em Marília o XXVI Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo. Veja mais informações e os ganhadores do III Prêmio David Capistrano no site da entidade.
Ao fim do evento, foi aprovada a Carta de Marília:
Carta de Marília
Os Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo, reunidos em seu XXVI
Congresso, no período de 06 a 09 de março de 2012, em Marília, reafirmam sua posição na
defesa da consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), e por meio do Conselho de
Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo "Dr. Sebastião de Moraes" -
COSEMS/SP tem participado ativamente da construção histórica dessa política pública.
O COSEMS/SP trabalha para que o SUS seja parte permanente da agenda política do
país e busca mobilizar a sociedade para as mudanças que contribuam na melhoria da
qualidade de vida e da atenção à saúde dos brasileiros.
Nossos Compromissos e Propostas
1. Lutar pela ampliação do financiamento para o SUS valorizando os princípios da
universalidade, integralidade e equidade na atenção à saúde;
2. Fortalecer em parceria com a SES/SP, a Regionalização através das Regiões de Saúde
e das RRAS, com apoio técnico, logístico e financeiro;
3. Participar da construção das Redes Temáticas de Saúde: Urgência e Emergência,
Cegonha, Psicossocial e álcool e drogas, Pessoa com Deficiência e outras que venham
a ser priorizadas, respeitando as pactuações regionais e os dispositivos do Decreto
7508/11;
Ao fim do evento, foi aprovada a Carta de Marília:
Carta de Marília
Os Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo, reunidos em seu XXVI
Congresso, no período de 06 a 09 de março de 2012, em Marília, reafirmam sua posição na
defesa da consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), e por meio do Conselho de
Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo "Dr. Sebastião de Moraes" -
COSEMS/SP tem participado ativamente da construção histórica dessa política pública.
O COSEMS/SP trabalha para que o SUS seja parte permanente da agenda política do
país e busca mobilizar a sociedade para as mudanças que contribuam na melhoria da
qualidade de vida e da atenção à saúde dos brasileiros.
Nossos Compromissos e Propostas
1. Lutar pela ampliação do financiamento para o SUS valorizando os princípios da
universalidade, integralidade e equidade na atenção à saúde;
2. Fortalecer em parceria com a SES/SP, a Regionalização através das Regiões de Saúde
e das RRAS, com apoio técnico, logístico e financeiro;
3. Participar da construção das Redes Temáticas de Saúde: Urgência e Emergência,
Cegonha, Psicossocial e álcool e drogas, Pessoa com Deficiência e outras que venham
a ser priorizadas, respeitando as pactuações regionais e os dispositivos do Decreto
7508/11;
sexta-feira, 9 de março de 2012
Saúde em Pauta: novo espaço para debates na ENSP
ENSP, publicada em 09/03/2012
O Saúde em Pauta é um blog que se propõe a promover o debate qualificado sobre as relações políticas, sociais, econômicas, culturais e históricas que influenciam a sociedade, em especial no que se refere ao setor saúde. É um espaço democrático de reflexão política, aberto aos profissionais de saúde, que estão convidados a enviar suas opiniões sobre os assuntos em debate. Os temas serão incluídos de acordo com a análise de conjuntura, podendo refletir fatos, resultados de pesquisas, impactos na imprensa etc.
No blog, é possível também encaminhar artigos assinados e analíticos sobre as questões de conjuntura em saúde em destaque. Os textos devem ser curtos, como os publicados nos editoriais de jornais.
Para o diretor da ENSP, Antônio Ivo de Carvalho, "a divulgação de um espaço com essas características é muito importante, pois ajuda a disseminar a produção de análises sobre a conjuntura política (nacional e internacional) e, principalmente, incentivar o debate e a participação na discussão de políticas públicas no Brasil".
O tema de estreia do Saúde em Pauta é o Índice de Desempenho do SUS (IDSUS 2012), ferramenta que avalia o acesso e a qualidade dos serviços de saúde no país, divulgado pelo Ministério da Saúde na quinta-feira (1°/3). Criado pelo MS, o índice avaliou, entre 2008 e 2010, os diferentes níveis de atenção (básica, especializada ambulatorial e hospitalar, de urgência e emergência), verificando como está a infraestrutura de saúde para atender as pessoas e se os serviços ofertados têm capacidade de dar as melhores respostas aos problemas de saúde da população. De acordo com o Ministério da Saúde, o fundamento teórico do IDSUS 2012 é o projeto Desenvolvimento de Metodologia de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde Brasileiro (Pro-Adess), coordenado pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) e pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict), unidades técnico-científicas da Fiocruz.
Pesquisadores da ENSP e de outras instituições deram suas opiniões e contribuições sobre a divulgação feita pelo Ministério da Saúde a respeito do Índice de Desempenho do SUS em entrevista ao Informe ENSP, na sexta-feira (2/3), que pode ser acessada aqui.
Mulheres
Dilma diz que vai monitorar pessoalmente os hospitais do SUS
Fonte: Brasil Econômico
A presidente Dilma Rousseff disse ontem que vai monitorar pessoalmente o funcionamento dos principais hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de monitores instalados em seu gabinete. A presidenta considerou que as mulheres, como ela, gostam de cuidar das coisas de perto "sabendo todos os detalhes".
"Vou ter em meu gabinete, monitores ligados a câmeras para que eu, e meus assessores, possamos ver como está o atendimento nos principais hospitais e como vai o andamento das grandes obras. É assim que nós mulheres gostamos de cuidar das coisas, sabendo todos os detalhes", disse.
Dilma afirmou que pediu ao Ministério da Saúde que telefone para cada mulher que fizer o parto pelo SUS para avaliar o atendimento e prometeu ampliar os canais oficiais de ouvidoria.
De acordo com a presidente, o governo pretende ampliar neste ano os serviços de atendimento às mulheres em situação de violência. A meta, de acordo com Dilma Roussef, é chegar a 1,1 mil unidades de atendimento, nos moldes exigidos pela Lei Maria da Penha.
"Vamos reforçar o pacto nacional de enfrentamento da violência contra a mulher que já articula, com êxito, ações nos 27 estados brasileiros. A mulher brasileira merece cada vez mais justiça, amor e paz. Isso tem que começar em cada lar. Desde 2006, temos na Lei Maria da Penha um instrumento poderoso para coibir a violência doméstica familiar contra a mulher." (ABr)
A presidente Dilma Rousseff disse ontem que vai monitorar pessoalmente o funcionamento dos principais hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de monitores instalados em seu gabinete. A presidenta considerou que as mulheres, como ela, gostam de cuidar das coisas de perto "sabendo todos os detalhes".
"Vou ter em meu gabinete, monitores ligados a câmeras para que eu, e meus assessores, possamos ver como está o atendimento nos principais hospitais e como vai o andamento das grandes obras. É assim que nós mulheres gostamos de cuidar das coisas, sabendo todos os detalhes", disse.
Dilma afirmou que pediu ao Ministério da Saúde que telefone para cada mulher que fizer o parto pelo SUS para avaliar o atendimento e prometeu ampliar os canais oficiais de ouvidoria.
De acordo com a presidente, o governo pretende ampliar neste ano os serviços de atendimento às mulheres em situação de violência. A meta, de acordo com Dilma Roussef, é chegar a 1,1 mil unidades de atendimento, nos moldes exigidos pela Lei Maria da Penha.
"Vamos reforçar o pacto nacional de enfrentamento da violência contra a mulher que já articula, com êxito, ações nos 27 estados brasileiros. A mulher brasileira merece cada vez mais justiça, amor e paz. Isso tem que começar em cada lar. Desde 2006, temos na Lei Maria da Penha um instrumento poderoso para coibir a violência doméstica familiar contra a mulher." (ABr)
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