CONGRESSO PAULISTA DE SAÚDE PÚBLICA – APSP
OFICINA: GESTÃO DA CLÍNICA E REGULAÇÃO EM REDES DE ATENÇÃO - DIA 22/10/11
Coordenadora:
MARÍLIA CRISTINA PRADO LOUVISON
Expositores:
SILVIO FERNANDES
LAURA MACRUZ
MARIA LUIZA JAEGER
Relatoras:
Elaine Maria Giannotti –
Daniele M. Guerra –
Participantes:
Denise Lopes Pacheco Ranes
Sonia Aparecida Pereira de Jesus
Sirlei Bernarde O. dos Santos
Francisco Torres Troccoli –
Antonio R. Stivalli
Vanderlei Soares Moya
Aparecida Ivone Fonseca
Silvia de Souza Martins
Sayuri Tanaka Maeda
Patricia H. Maeda
Aline Barreto de Almeida
Carmem Luiza M. Guisard
Ana Lucia Pereira
Tania Gomes Monteiro
Jorge Harada
Isabel Fuentes
Ana Lucia Consoni
Paula Carnevali Viana
Fernanda Miguel de Assis
Maria José Martins de Souza –
A fragmentação dos serviços de saúde é uma questão central a ser enfrentada na construção
dos sistemas de saúde. Para o enfrentamento desta questão agendas de projetos de integração estão
presentes há muito tempo. No início do século XX, o Relatório Dawson já propunha integração dos
serviços e se tornou um marco na história da organização do sistema de saúde da Inglaterra que
influenciou vários sistemas europeus. No entanto, os sistemas da América Latina ainda são caracterizados
pela segmentação e fragmentação de serviços. No Brasil, a busca pela melhoria do acesso e qualificação do
cuidado sempre esteve presente nas discussões da reforma sanitária. Iniciativas como as Ações Integradas
de Saúde - AIS e a criação do Sistema unificado e Descentralizado de Saúde – SUDS caminharam neste
Com a criação do SUS a partir da constituição brasileira em 1988 fica formalizado um sistema
descentralizado, de acesso universal, regido pelos princípios da integralidade, equidade e controle social. O
SUS buscou reduzir a segmentação com descentralização para integrar serviços. As NOBs que se seguiram
e a NOAS/01 foram tentativas de divisão de responsabilidades entre os entes federados para dar
respostas á necessidade de melhoria do acesso para população à saúde de qualidade. O Pacto pela Saúde
aprofunda as discussões sobre a regionalização nesta mesma perspectiva. No entanto as dificuldades de
construir agenda de integração são evidentes. Com o desenvolvimento do capitalismo há um aumento da
interdependência entre setores bem como sua autonomia. A articulação se dá a partir de diretrizes em
comum e de interesse de todos. Para a construção de Redes de atenção são necessários alguns
pressupostos como definição e apreensão do espaço territorial, articulação com a população, articulação
centralidade na atenção logísticos ,governança, escala , definição de escopo, dentre outros.
intervenções na produção do cuidado para consolidação da gestão do SUS fez surgir a necessidade de
assistencial e administrativa. A produção do cuidado é estruturante para