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segunda-feira, 28 de maio de 2012
Dia Mundial da Saúde: Envelhecimento e Financiamento - Fala de Áquilas Mendes
Dia Mundial da Saúde: Envelhecimento e Financiamento - fala de Marília Louvison
segunda-feira, 9 de abril de 2012
APSP promove hoje debate sobre envelhecimento e financiamento
Dando início às comemorações de seus 40 anos, a APSP convida para o debate
Dia Mundial da Saúde 2012
Sustentabilidade da Atenção Universal: as problemáticas do envelhecimento e do financiamento
Sustentabilidade da Atenção Universal: as problemáticas do envelhecimento e do financiamento
Debatedores:
Áquilas Mendes (FSP/USP)
Marília Louvison (SES/SP e vice-presidente da APSP)
Quando: Dia 09 de abril de 2012, segunda-feira, das 16h às 19h
Onde: Auditório do Coren – SP (Alameda Ribeirão Preto, 82, Bela Vista. Metrô Brigadeiro. São Paulo – SP)
O debate é uma das iniciativas em Comemoração ao Dia Mundial da Saúde. Em São Paulo , no dia 10, acontece o Ato Unificado.
sábado, 7 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Na segunda, APSP promove debate sobre envelhecimento e financiamento
Dando início às comemorações de seus 40 anos, a APSP convida para o debate
Dia Mundial da Saúde 2012
Sustentabilidade da Atenção Universal: as problemáticas do envelhecimento e do financiamento
Sustentabilidade da Atenção Universal: as problemáticas do envelhecimento e do financiamento
Debatedores:
Áquilas Mendes (FSP/USP)
Marília Louvison (SES/SP e vice-presidente da APSP)
Quando: Dia 09 de abril de 2012, segunda-feira, das 16h às 19h
Onde: Auditório do Coren – SP (Alameda Ribeirão Preto, 82, Bela Vista. Metrô Brigadeiro. São Paulo – SP)
O debate é uma das iniciativas em Comemoração ao Dia Mundial da Saúde. Em São Paulo , no dia 10, acontece o Ato Unificado.
quarta-feira, 21 de março de 2012
APSP promove debate sobre envelhecimento e financiamento
Dando
início às comemorações de seus 40 anos, a APSP convida para o debate
Dia
Mundial da Saúde 2012
Sustentabilidade da Atenção Universal: as problemáticas do envelhecimento e do financiamento
Sustentabilidade da Atenção Universal: as problemáticas do envelhecimento e do financiamento
Debatedores:
Áquilas Mendes (FSP/USP)
Marília Louvison (SES/SP
e vice-presidente da APSP)
Quando: Dia 09
de abril de 2012, segunda-feira, das 16h às 19h
Onde:
Auditório do Coren – SP
(Alameda Ribeirão Preto, 82, Bela Vista. Metrô Brigadeiro. São Paulo – SP)
O debate é
uma das iniciativas em Comemoração ao Dia Mundial da Saúde. Em São Paulo , no dia 10,
acontece o Ato
Unificado.
sábado, 17 de março de 2012
Ato Unificado do Dia Mundial da Saúde: adesão
As entidades, movimentos sociais e populares, sindicatos, coletivos e fóruns que desejam assinar a Carta aberta à população de São Paulo devem fazer contato através dos e-mails:
E telefone: 11-8657-0001
“O SUS é nosso. Ninguém tira da gente. Direito garantido não se compra e não se vende”
A APSP apóia!
quinta-feira, 15 de março de 2012
Carta aberta à População de São Paulo
O Dia Mundial da Saúde é um marco importante: um momento em
que vários movimentos e entidades sociais saem às ruas para lutar por uma
Saúde Pública, Universal e de Qualidade para todos os brasileiros. Desde a
criação do SUS (Sistema Único de Saúde), em 1988, até hoje, ainda lutamos
pela total implantação desse Sistema, que colocou a Saúde como um direito
de todos e dever do Estado, privilegiou as ações de prevenção e promoção
da saúde e a efetiva participação da população. Por isso estamos aqui!
Uma pesquisa* recente aponta que 60% dos paulistanos elegeram a
saúde como a pior área da administração Kassab. Assim, o slogan de
propaganda que a prefeitura vem apresentando à população, ao invés de
“Antes não tinha, agora tem”, bem poderia ser “Antes não tinha,
continua sem”.
A saúde em São Paulo vai de mal a pior. A população sabe muito
bem a peregrinação para ter um atendimento de saúde adequado. As
deficiências no acesso ao socorro médico, a demora para realização de
exames, a ausência de especialidades médicas, a longa espera para a
realização de cirurgias e a falta de medicamentos continuam presentes no
cotidiano do paulistano. São muitos os hospitais fechados ou abandonados
pelo poder público municipal que poderiam ser recuperados e utilizados para
atender às necessidades de saúde da população.
Em São Paulo, o governo Municipal e Estadual tem privatizado a
Saúde entregando a administração dos serviços públicos para empresas
privadas que apenas visam o lucro, reforçando um modelo centrado na
doença e não na prevenção e promoção da saúde. Os bilhões de reais do
dinheiro público entregues à iniciativa privada deveriam colocar São Paulo
em 1° lugar no atendimento à saúde, porém não é o que tem acontecido,
além de que não é fiscalizado pelo controle social. Tem ocorrido um
profundo sucateamento das unidades públicas de saúde, alinhado a uma
política de arrocho salarial e precarização dos trabalhadores públicos. O
governo paulistano pela via da privatização quer vender os 25% dos leitos
do SUS dos hospitais públicos; está privatizando o Hospital das Clínicas e
Emílio Ribas; amplia os contratos com as O.S.´s (organizações sociais) e
recentemente tem “trabalhado” na criação das chamadas PPP´s (parcerias
público privada), na qual estabelece um programa de privatização dos
hospitais públicos municipais e contratações sem realização de concurso
público. Portanto, este modelo de privatização faz mal à saúde e só faz
engordar os tubarões da iniciativa privada!
Ao transformar a Saúde em mera mercadoria lucrativa, destroem-se
os direitos conquistados historicamente pela classe trabalhadora. Assim, a
luta contra a privatização da saúde é também a luta contra a liquidação
dos direitos sociais e das políticas públicas!
E por essas razões, nós dos movimentos populares e sociais,
entidades, sindicatos e fóruns,
Defendemos:
· Um financiamento do SUS que assegure acesso e qualidade a todos;
· Gestão pública e estatal da saúde, em defesa do SUS 100% público, Estatal e de
qualidade;
· A efetivação das propostas aprovadas na 14ª Conferência Nacional de Saúde;
· Concursos públicos com plano de cargos, carreiras e salários para todas as
políticas públicas;
· A autonomia do controle social do SUS;
· Abertura imediata da CPI do Sorocabana para apuração dos desvios de 200
milhões de reais do dinheiro do SUS; em defesa da gestão pública do Hospital;
· Apoio ao abaixo-assinado contra o PL 4330/04 do deputado Sandro Mabel, que
propõe a privatização de todos os serviços públicos;
· O fim da criminalização da pobreza e dos movimentos populares e sociais;
Repudiamos:
· O corte de 5,4 bilhões de investimentos para a área da saúde praticado pelo
Governo Federal;
· As medidas de internação compulsória e ao financiamento das comunidades
terapêuticas,
· A renovação da DRU (Desvinculação da Receita da União) sobre as receitas da
seguridade social;
· As medidas autoritárias e violentas do Governo Municipal e Estadual usadas na
Cracolândia, em Pinheirinho, na Favela do Moinho e nas desocupações do
Movimento de Moradia.
· A ingerência do prefeito e seus secretários em todos os espaços de participação
popular;
TODOS PELO SUS!
* Data Folha – Opinião Pública 02/09/2011
quarta-feira, 14 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Realengo, 07 de abril de 2011
Dia Mundial da Saúde, acabávamos de publicar o Boletim Notícias APSP com editorial sobre o SUS e suas escolhas para o presente e o futuro, quando irrompe pela internet a notícia da morte de jovens em escola do bairro de Realengo, Rio de Janeiro. A violência urbana fazia mais 13 vítimas fatais. Treze? Não foram 12 crianças mortas? E o rapaz que as matou, vítima também, não é? Histórico de sofrimento mental na família natural, perdas sucessivas na família adotiva, desinserção do mundo do trabalho, isolamento social interpretado pela vizinhança como bom mocismo! Governantes aparecem e, rápida e levianamente, estigmatizam o moço: psicopata, assassino! E o sistema de saúde e proteção social, onde estava? Como não percebemos, nós e a ‘comunidade’, o potencial de violência que se desenvolvia ali ao lado, na casa e na vida de Wellington? Olhem bem a foto estampada no MSN hoje pela manhã. Vizinhos, agora mobilizados, querendo linchar o já morto moço que havia matado 12 crianças. Veja um outro moço de bermuda branca, dedo em riste prometendo vingança e... mais violência (seria mais um Wellington?). O que oferecemos a essas pessoas, Wellington inclusive, senão o miserável espetáculo de um cotidiano de descompromisso, esgarçamento de redes sociais de suporte à família e à convivência social que promove saúde e proteção à vida das pessoas? Alguém de nós do SUS visitou a casa de Wellington? Suponhamos que houvesse um PSF na região de Sepetiba, onde morava Wellington. Teríamos agido em suporte a seu sofrimento? Não! Não porque nossas tecnologias não dão conta dessas coisas, não dão conta da violência urbana e sua gênese, não percebem o esgarce da família como rede de proteção e acolhida de todos nós. Se nos procuram, medicalizamos! Mas não nos afetamos! E sem afeto, fabricaremos mais Wellingtons que depois condenaremos como monstros e, se der, ainda esquartejaremos o corpo já morto para vingarmos outros já mortos! É, se nós - assim mesmo na primeira pessoa do plural - não nos incluirmos e sofrermos juntos esses episódios, bons caminhos não trilharemos no SUS. Mais dinheiro e mais gente para fazer mais do mesmo não tornarão nossa vida mais segura e saudável. Não cumpriremos nossa parte! Não faremos um SUS melhor!
Diretoria e Conselho Deliberativo da APSP
Foto: Reuters
quinta-feira, 7 de abril de 2011
7 de abril - Dia Mundial da Saúde
Com o objetivo de valorizar o trabalho médico, cerca de 160 mil médicos de todo o país que atendem pacientes com planos de saúde vão suspender consultas e procedimentos agendados para 7 de abril, Dia Mundial da Saúde. Os cirurgiões-dentistas, 75 mil no Estado de São Paulo, também aderiram à paralisação. Os planos e seguros de saúde atendem hoje 45,5 milhões de pessoas e pagam ao médico entre R$ 25 e R$ 40 por consulta, com algumas variações regionais. A paralisação será de 24 horas.
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