quarta-feira, 21 de março de 2012

APSP promove debate sobre envelhecimento e financiamento


Dando início às comemorações de seus 40 anos, a APSP convida para o debate

Dia Mundial da Saúde 2012 
Sustentabilidade da Atenção Universal: as problemáticas do envelhecimento e do financiamento

Debatedores:
Áquilas Mendes (FSP/USP)
Marília Louvison (SES/SP e vice-presidente da APSP)

Quando: Dia 09 de abril de 2012, segunda-feira, das 16h às 19h
Onde: Auditório do Coren – SP (Alameda Ribeirão Preto, 82, Bela Vista. Metrô Brigadeiro. São Paulo – SP)

O debate é uma das iniciativas em Comemoração ao Dia Mundial da Saúde. Em São Paulo, no dia 10, acontece o Ato Unificado.

Site do Cosems/SP está no ar

Fonte: Cosems/SP

Informamos os senhores gestores que o portal do COSEMS/SP, www.cosemssp.org.br já está publicado.

A inicia­tiva pretende aprimorar o sistema de comunicação entre os gestores, técnicos e usuários do SUS do Estado de São Paulo e de todo o País.

O novo portal conta com textos atualizados diariamente, entrevistas, fotos e vídeos, além da divulgação de eventos e cursos destinados à saúde pública estadual e nacional. A ferramenta contará também com uma área reservada exclusivamente para colunistas, ex-presidentes, assessores técnicos e especialistas do SUS.

Confira tudo sobre o XXVI Congresso do COSEMS/SP realizado em Marília, de 6 a 9 de março.

Os Municípios que ainda não as­sinaram o Termo de Cessão de Crédito poderão encontrar todas as informações necessárias, assim como os formulários para se associarem ao COSEMS/SP.

Acesse nosso portal e fique in­formado dos principais acon­tecimentos da saúde pública na­cional.

Siga também o COSEMS/SP no Facebook - Cosems SP e no Twitter - @cosemssp.

III Seminário Regional de Promoção da Saúde e Cultura de Paz

III Seminário Regional de Promoção da Saúde e Cultura de Paz

Turismo, mudanças ambientais regionais: Novos desafios para o enfrentamento das violências e promoção da cultura de paz

São José dos Campos, 18 de abril de 2012, das 8h as 17h
Anfiteatro da Faculdade de Direito. Campus Univap, Centro
Pç. Cândido Dias Castejón, 116 - Centro
São José dos Campos – SP
Mudanças sócio-ambientais e deslocamentos populacionais: como as redes de serviço respondem?

As mudanças ambientais globais modificam o perfil epidemiológico das comunidades, que se tornam mais suscetíveis às doenças transmissíveis e a outros agravos à saúde, como a violência e as condições mentais. Hoje,o ambiente é considerado em sua totalidade, e não mais dividido em natural e construído.

No Vale do Paraíba e Litoral Norte, projetos macro-econômicos sediados em alguns municípios causarão impactos ambientais, demográficos e sociais diretos sobre as cidades e sociedades. Seus desdobramentos embutem uma tensão: de um lado, a propagada vantagem econômica e social e, de outro, o risco de aumento da vulnerabilidade da população, em especial de sua parcela mais pobre . A atual rede municipal e regional de serviços sociais (educação, saúde, moradia, segurança pública é insuficiente e terá sua demanda aumentada pelo afluxo de pessoas, a trabalho ou a turismo. Como, nesse cenário, organizar nossas redes de serviço para que sejam promotoras da qualidade de vida das cidades e dos cidadãos, garantindo e ampliando os direitos conquistados?
Um convite à reflexão e à ação

Esse evento visa estimular a reflexão sobre a influência dos novos contextos econômicos regionais sobre a saúde e qualidade de vida das populações, de uma perspectiva sócio-ambiental e da estruturação da rede de serviços para responder às demandas sociais.

Convidamos todos a ampliar as conexões e relações entre as diferentes formas de pensar e agir nesta região (econômica, política, ambiental e social).

Inscrições pelo site: http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=8242

ou no local no dia do evento

Paralisação da saúde estadual



Em campanha salarial, trabalhadores públicos da saúde no estado de São Paulo param 48 horas para pressionar o governo Alckmin a negociar suas reivindicações

Fonte: SindSaúde

20/03/2012

A paralisação de 48 horas, dias 21 e 22 de março, foi deliberação dos trabalhadores em assembleia no dia 15 de março para pressionar o governo do estado a negociar a pauta de reivindicações.
A data-base da categoria é 1º de março. Desde que a lei foi aprovada em 2006, a data não tem sido respeitada pelo governo do estado.
O SindSaúde-SP, como representante dos trabalhadores públicos da saúde no estado de São Paulo, encaminhou a pauta ao governo e até o momento não recebeu nenhuma proposta concreta.
Além disso, parte dos trabalhadores está sofrendo cortes de direitos, como no adicional de insalubridade e no vale refeição.  Também sofre pressão para o cumprimento de jornada de 40 horas.
A jornada de 30 horas foi acordada com o governo do estado na década de 90, faltando regulamentar a jornada para a área administrativa da saúde.
O governo, representado pelos secretários de Gestão Pública, Davi Zaia, e da Saúde, Giovanni Cerri, pelo secretário adjunto da Saúde, José Manoel de Camargo Teixeira, e pelo coordenador de Recursos Humanos da Saúde, Haino Burmester, convocou reunião com o SindSaúde-SP ontem à tarde para tratar da paralisação e apresentar um compromisso de negociar alguns pontos da pauta.
A proposta do governo é instituir um grupo de trabalho, com a participação do SindSaúde-SP e prazo de 15 dias para apresentar solução, sobre a regulamentação da jornada de 30 horas, o adicional de insalubridade e a implementação da 1ª promoção de 40% da categoria, conforme definida na reestruturação da carreira (LC 1.157) aprovada em 2011.
A lei da reestruturação da carreira também prevê reajuste salarial de 7% a partir de julho de 2012. Os trabalhadores avaliaram o percentual insuficiente e reivindicam aumento salarial de 26%. O índice é o mesmo da campanha salarial do ano passado, tendo em vista que a carreira foi reestruturada, mas não houve aumento salarial.
O SindSaúde-SP solicitou que a proposta seja apresentada por escrito e também publicada em Diário Oficial. O Governo ficou de dar resposta até quinta-feira, 22/03.
No dia 23 de março, os trabalhadores realizarão nova assembleia para avaliar a paralisação e o andamento das negociações com o governo e deliberar os próximos passos da Campanha Salarial, inclusive a greve por tempo indeterminado.

1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social



Não participou da Consocial até agora? É hora das conferências livres!

Caros amigos e amigas da 1ª Consocial,


Até 08 de abril, você ainda pode participar da Consocial por meio das conferências livres. Veja as informações abaixo e não perca essa oportunidade de dar sua opinião, ou do seu grupo, sobre controle social, transparência pública, conselhos e combate à corrupção. A hora é essa! Participe!


As conferências livres:


* São etapas preparatórias da Consocial.

* São a oportunidade para quem não pode participar das etapas municipais, regionais, estaduais e distrital.

* São de fácil organização e muito baixo custo de realização.

* Não precisam ser convocadas.

* Não elegem delegados mas enviam 10 propostas diretamente para a etapa nacional da Consocial.

* Não precisam debater e desenvolver propostas e diretrizes sobre todos os 4 eixos temáticos. Elas podem escolher trabalhar com apenas 1 deles, com 2, com 3 ou com todos os 4 eixos.

* Podem ser realizadas por grupos restritos (em clubes, no trabalho, na faculdade, no ônibus, trem, barca e metrô - na ida e volta do trabalho - na escola, no sindicato, na associação de moradores, em casa, enfim, em qualquer lugar em que um grupo de pessoas possa se reunir) e, assim, não precisam ser divulgadas amplamente. No entanto, podem ser divulgadas se for desejado que o encontro conte com o maior número de pessoas posssível (conferência livre aberta).

* Não precisam ter base territorial específica, isto é, podem congregar pessoas de bairros, regiões, cidades, e até estados diferentes. No entanto, podem ter, se assim for desejado pelos organizadores.


Para saber como participar, acesse www.consocial.cgu.gov.br/conferencias-livres/ e verifique o passo a passo!

Qualquer dúvida, escreva para livre@cgu.gov.br.

Muito obrigado!

Atenciosamente,

Coordenação-Executiva da 1ª Consocial

Controladoria-Geral da União

segunda-feira, 19 de março de 2012

Mesa Redonda: Temas Emergentes em Ciências Sociais e Saúde Pública/Coletiva: a produção do conhecimento na sua interface.


Fonte: FSP/USP

Data: 20 de março de 2012

A Faculdade de Saúde Pública da USP, a Associação Paulista de Saúde Pública e o conselho editorial da Saúde e Sociedade, convidam para

Mesa Redonda
Temas Emergentes em Ciências Sociais e Saúde Pública/Coletiva: a produção do conhecimento na sua interface

Expositoras:
  • Profa Maria Cecilia de Souza Minayo (Fiocruz/ENSP)
  • Profa Amélia Cohn (UniSantos)
Debatedora: Profa Regina G. Marsiglia (FCM Santa Casa)
Coordenação: Profa Augusta Thereza Alvarenga (FSP USP)


Data
: 20 de março de 2012
Horário: 9h às 12h 
Local: Auditório João Yunes. Faculdade de Saúde Pública da USP.


  • Clique aqui para fazer sua Inscrição gratuitas:

O evento oferecerá Certificados aos participantes inscritos que assistam de forma presencial. A FSP/USP não disponibiliza estacionamento aos participantes.

Será transmitido ao vivo via internet (IPTV USP), sem o fornecimento de certificados neste caso.

Como assistir ao vivo via Internet:
No dia do evento será colocado o link da transmissão na notícia do evento que está publicada na home do site da FSP. Outro forma é acessar o site www.iptv.usp.br , no menu "Transmissões", "Ao vivo" e clicar no título do evento.

Mais informação pelo e-mail: svalunos@fsp.usp.br

sábado, 17 de março de 2012

CPI do Sorocabana: decisão adiada para 20/03

Na próxima terça-feira, 20/03/2012, a Câmara Municipal de São Paulo deverá decidir quais novas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) serão instaladas. Nessa data haverá uma concentração popular nas galerias do plenário da Casa para reivindicar que uma das CPIs seja a do Hospital Sorocabana.
A investigação sobre o desvio de recursos do Hospital, que se encontra fechado há um ano e meio, é uma exigência da população da região oeste, movimento popular de saúde, ex-funcionários e ferroviários aposentados da antiga Fepasa.

Compareça: dia 20/03, nas galerias do plenário, a partir de 14h30

Ato Unificado do Dia Mundial da Saúde: adesão




As entidades, movimentos sociais e populares, sindicatos, coletivos e fóruns que desejam assinar a Carta aberta à população de São Paulo  devem fazer contato através dos e-mails: 

E telefone: 11-8657-0001

“O SUS é nosso. Ninguém tira da gente. Direito garantido não se compra e não se vende” 

A APSP apóia!




2ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia



Inscreva seu pôster ou vídeo. Vamos fazer da 2ª Mostra um grande encontro da Psicologia 

Estão abertas até dia 30 de março as inscrições de trabalhos para a 2ª Mostra. Poderão ser pôsteres ou vídeos de até 5 minutos. Participe! Venha mostrar a prática de nossa profissão!


Inscreva-se


Poster


Trabalho baseado em apresentação gráfica de resultados de uma prática em Psicologia.
Medidas: 90cm de largura por 120cm de altura.


Vídeo


Trabalho baseado em apresentação em vídeo relacionado à prática em psicologia, podendo ser o relato da prática ou um recurso utilizado durante a prática.


Duração máxima do vídeo: 5 minutos
Resolução mínima: 640x480
Formato: .MP4


Antes de cadastrar o trabalho, você deverá enviar o vídeo para o You Tube e informar o link do vídeo no Youtube no nosso sistema de inscrição de trabalhos. Se você já está cadastrado no evento, cliqueaqui para visualizar o manual de como postar o vídeo.




sexta-feira, 16 de março de 2012

Seminário discute experiências em redes de atenção


Aprofundar o debate acerca de alguns dos temas centrais à organização de redes de atenção, que estão em discussão hoje nas várias instâncias de gestão do SUS e que são essenciais à integração assistencial, é o objetivo do seminário internacional Integração Assistencial em Redes de Atenção à Saúde, que acontece nos dias 19 e 20 de março, no salão internacional da ENSP. O Seminário apresentará a experiência internacional nesses campos, através do caso do Sistema Nacional de Saúde Espanhol e da experiência da Comunidade Autônoma da Catalunha, buscando traçar paralelos e construir referências para o enfrentamento dos desafios de organização de redes de atenção no caso brasileiro. As inscrições devem ser feitas pelo email redesras@ensp.fiocruz.br ou no primeiro dia do evento. 

A palestra inaugural será proferida pelo vice-presidente da Fundação Instituto de Investigação em Serviços de Saúde de Valencia, Espanha, e editor-chefe da revista Gestión Clinica y Sanitari Ricardo Meneu, no dia 19 de março, às 10 horas. Em seguida, o seminário será composto por mais três mesas redondas, que discutirão o papel da autoridade sanitária; regionalização e descentralização; os instrumentos de planejamento; o modelo de atenção - perfis e funções dos níveis assistenciais e a articulação entre eles; a utilização de contratos e as diferentes estratégias e instrumentos de integração entre provedores. 

De acordo com a pesquisadora da ENSP e coordenadora do evento, Rosana Kuschnir, o objetivo da programação é aprofundar a reflexão acerca dos dilemas enfrentados pelo SUS no desafio de superar a fragmentação, tanto do ponto de vista da construção da política, como da provisão do cuidado. "A proposta é poder partilhar a discussão com acadêmicos, gestores e técnicos que enfrentaram os mesmos desafios e têm tido êxito experimentando estratégias e instrumentos de integração já há muitos anos. Conhecer a experiência internacional ajuda a compreender melhor nossos próprios dilemas, identificar o que há de comum com outros sistemas, e o que nos é específico ". 

Após os dois dias de palestra, também serão realizadas oficinas para aprofundamento dos temas, que, em conjunto com o Seminário, constituem-se num Curso de Atualização em Integração Assistencial em Redes de Atenção, dirigido a gestores e técnicos das três instâncias de governo envolvidos diretamente com a organização de redes de atenção e indicados por suas instituições.

É amanhã: Assembleia da APSP


Os associados da Associação Paulista de Saúde Pública (APSP) estão convocados para assembleia da entidade, que acontece no dia 17 de março, sábado, às 9 horas.
Durante o evento, serão apreciadas propostas para modificações no estatuto social.
Participe!

Rua Cardeal Arcoverde, 1749, cj 78 B, Pinheiros, São Paulo – SP
A APSP conta com a sua presença.
Ainda não é sócio?
Associe-se.

Cinema: Sessão Averroes

 

quinta-feira, 15 de março de 2012

Carta aberta à População de São Paulo


 
A APSP apóia o Ato e a Carta!


O Dia Mundial da Saúde é um marco importante: um momento em
que vários movimentos e entidades sociais saem às ruas para lutar por uma
Saúde Pública, Universal e de Qualidade para todos os brasileiros. Desde a
criação do SUS (Sistema Único de Saúde), em 1988, até hoje, ainda lutamos
pela total implantação desse Sistema, que colocou a Saúde como um direito
de todos e dever do Estado, privilegiou as ações de prevenção e promoção
da saúde e a efetiva participação da população. Por isso estamos aqui!

Uma pesquisa* recente aponta que 60% dos paulistanos elegeram a
saúde como a pior área da administração Kassab. Assim, o slogan de
propaganda que a prefeitura vem apresentando à população, ao invés de
“Antes não tinha, agora tem”, bem poderia ser “Antes não tinha,
continua sem”.

A saúde em São Paulo vai de mal a pior. A população sabe muito
bem a peregrinação para ter um atendimento de saúde adequado. As
deficiências no acesso ao socorro médico, a demora para realização de
exames, a ausência de especialidades médicas, a longa espera para a
realização de cirurgias e a falta de medicamentos continuam presentes no
cotidiano do paulistano. São muitos os hospitais fechados ou abandonados
pelo poder público municipal que poderiam ser recuperados e utilizados para
atender às necessidades de saúde da população.

Em São Paulo, o governo Municipal e Estadual tem privatizado a
Saúde entregando a administração dos serviços públicos para empresas
privadas que apenas visam o lucro, reforçando um modelo centrado na
doença e não na prevenção e promoção da saúde. Os bilhões de reais do
dinheiro público entregues à iniciativa privada deveriam colocar São Paulo
em 1° lugar no atendimento à saúde, porém não é o que tem acontecido,
além de que não é fiscalizado pelo controle social. Tem ocorrido um
profundo sucateamento das unidades públicas de saúde, alinhado a uma
política de arrocho salarial e precarização dos trabalhadores públicos. O
governo paulistano pela via da privatização quer vender os 25% dos leitos
do SUS dos hospitais públicos; está privatizando o Hospital das Clínicas e
Emílio Ribas; amplia os contratos com as O.S.´s (organizações sociais) e
recentemente tem “trabalhado” na criação das chamadas PPP´s (parcerias
público privada), na qual estabelece um programa de privatização dos
hospitais públicos municipais e contratações sem realização de concurso
público. Portanto, este modelo de privatização faz mal à saúde e só faz
engordar os tubarões da iniciativa privada!

Ao transformar a Saúde em mera mercadoria lucrativa, destroem-se
os direitos conquistados historicamente pela classe trabalhadora. Assim, a
luta contra a privatização da saúde é também a luta contra a liquidação
dos direitos sociais e das políticas públicas!

E por essas razões, nós dos movimentos populares e sociais,
entidades, sindicatos e fóruns,
Defendemos:

· Um financiamento do SUS que assegure acesso e qualidade a todos;

· Gestão pública e estatal da saúde, em defesa do SUS 100% público, Estatal e de
qualidade;

· A efetivação das propostas aprovadas na 14ª Conferência Nacional de Saúde;

· Concursos públicos com plano de cargos, carreiras e salários para todas as
políticas públicas;

· A autonomia do controle social do SUS;

· Abertura imediata da CPI do Sorocabana para apuração dos desvios de 200
milhões de reais do dinheiro do SUS; em defesa da gestão pública do Hospital;

· Apoio ao abaixo-assinado contra o PL 4330/04 do deputado Sandro Mabel, que
propõe a privatização de todos os serviços públicos;

· O fim da criminalização da pobreza e dos movimentos populares e sociais;
Repudiamos:

· O corte de 5,4 bilhões de investimentos para a área da saúde praticado pelo
Governo Federal;

· As medidas de internação compulsória e ao financiamento das comunidades
terapêuticas,

· A renovação da DRU (Desvinculação da Receita da União) sobre as receitas da
seguridade social;

· As medidas autoritárias e violentas do Governo Municipal e Estadual usadas na
Cracolândia, em Pinheirinho, na Favela do Moinho e nas desocupações do
Movimento de Moradia.

· A ingerência do prefeito e seus secretários em todos os espaços de participação
popular;

TODOS PELO SUS!

* Data Folha – Opinião Pública 02/09/2011

Concurso para médicos em Ribeirão Pires

quarta-feira, 14 de março de 2012

QualiHosp 2012

 



O QualiHosp, Congresso Internacional de Qualidade em Serviços e Sistemas de Saúde acontece no dia 3 de abril, em São Paulo. O evento é promovido pelo GVSaúde.
Mais informações aqui.

Assembleia da APSP


Os associados da Associação Paulista de Saúde Pública (APSP) estão convocados para assembleia da entidade, que acontece no dia 17 de março, sábado, às 9 horas.
Durante o evento, serão apreciadas propostas para modificações no estatuto social.
Participe!

Rua Cardeal Arcoverde, 1749, cj 78 B, Pinheiros, São Paulo – SP
A APSP conta com a sua presença.
Ainda não é sócio?
Associe-se.


Material do curso de envelhecimento em acesso aberto


Fonte: ENSP

Levando-se em conta que as projeções apontam para o fato de que, em 2025, seremos a sexta população idosa no mundo, é necessário agirmos com rapidez para podermos dar conta desta mudança iminente’, diz o texto de apresentação do curso Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa, oferecido na modalidade a distância, que acaba de ser disponibilizado para download na Biblioteca Multimídia da ENSP e no Campus Virtual em Saúde Pública (CVSP). A ação está de acordo com a Política de Acesso Aberto ao Conhecimento adotada em 2011 pela Escola. A ideia é que, aos poucos, os materiais de todos os cursos da EAD/ENSP sejam disponibilizados para acesso livre.

Este curso, uma ferramenta para a necessidade de implementação da Política Nacional de Saúde do Idoso, de forma a capilarizá-la por todo o território nacional, foi desenvolvido em 15 módulos, divididos em 4 unidades intituladas Envelhecimento, velhice, sociedade e políticas; Demografia e epidemiologia do envelhecimento; Atenção à saúde da pessoa idosa; e Participação social e envelhecimento.

A Escola está trabalhando para a entrada, cada vez mais rápida, desses materiais em seu repositório institucional. A inclusão é feita dentro dos critérios da Política de Acesso Aberto que está sendo desenvolvida na Escola. Com a adoção dessas ações, a Escola está contribuindo para ampliar o acesso ao conhecimento por ela produzido, além de dar transparência aos investimentos e às ações realizadas. Dessa forma, o amplo e livre acesso aos resultados das pesquisas também colabora de forma importante para o controle social. Acesso livre significa a livre disponibilização, na internet, de literatura de caráter científico, permitindo a qualquer utilizador pesquisar, consultar, descarregar, imprimir, copiar e distribuir o texto integral de artigos e outras fontes de informação científica.

Nesse recente movimento da Escola, iniciado em 2011, a ENSP reconhece os direitos autorais, sejam eles morais ou patrimoniais, em relação ao conhecimento produzido e entende que é obrigação das instituições públicas garantir que a sociedade tenha acesso a ele. O Seminário Internacional Acesso Livre ao Conhecimento, realizado em abril do último ano, foi o marco inicial da adesão da Escola ao Movimento Internacional de Acesso Aberto ao Conhecimento. Em consonância com o movimento mundial, a Escola declara a importância da promoção do acesso universal à informação e ao conhecimento como condição essencial ao desenvolvimento sustentável das nações, à promoção da qualidade de vida das pessoas e à inovação.

Segundo a coordenadora de Comunicação Institucional da ENSP, Ana Furniel, este movimento, com aproximadamente uma década de existência, é denominado Open Educational Resources (OER) ou Recursos Educacionais Abertos (REA). Ele, apesar de ser considerado um movimento jovem, está alcançando muitas instituições. A Unesco, em evento conhecido como  The  Forum on the Impact of Open Courseware for Higher Education Institutions in Developing Countries, cunhou o termo Open Educational Resource, cuja definição, desenvolvida no ano de 2002, considera a provisão de recursos educacionais abertos, ativada por tecnologias de informação e comunicação para consulta, utilização e adaptação por uma comunidade de usuários para fins não comerciais.

Desde a sua adesão a este movimento, a ENSP vem realizando um conjunto de ações que reafirmam seu compromisso com a política de acesso aberto na instituição. A acessibilidade ao material didático produzido no âmbito de seus cursos de Educação a Distância é uma delas. Além disso, a organização e realização do Seminário Internacional de Acesso Livre ao Conhecimento; o mapeamento de suas atividades para definição de política institucional de acesso aberto; a gestão e alimentação da página eletrônica para o Movimento de Acesso Aberto na Escola; o lançamento da fan page na rede social Facebook sobre as iniciativas de acesso aberto; e o desenvolvimento de novo Repositório Institucional para acesso livre à sua produção científica também são ações previstas neste processo.
Acesse aqui todo o material didático do curso.

Ato Unificado do Dia Mundial da Saúde

A APSP apóia!


 


MOÇÃO DE APOIO DAS MULHERES À COMISSÃO DA VERDADE

Para:Presidente da República Federativa do Brasil;
Congresso Nacional do Brasil; Supremo Tribunal Federal;
Ministro da Defesa


MOÇÃO DE APOIO DAS MULHERES À COMISSÃO DA VERDADE

A gente conta a História como quem conta histórias. Decorrência de nossa tradição oral.

Histórias de Maria, de Rose, de Nair, de Ana, de Amelinha, de Criméia, de Clara, de Clarice, de Eleonora, de Dilma, e também de João, de Vlado, de Pedro, de Paulo, de Chico, de Márcio, de José...

Uma geração de homens e mulheres valorosos que dedicou os melhores anos de suas vidas para restabelecer a democracia que vivemos hoje. Escolheram os caminhos mais diversos – a atividade parlamentar (enquanto ainda não proibida), a luta armada, a greve, o exílio ou auto-exílio, o estudo, a discussão, a resistência, a solidariedade, o apoio, a mobilização nas ruas, mesmo que proibidas.

Tempos em que se restringiu a liberdade de expressão, de reunião, de informação, de ir-e-vir, de pensar e de agir, da população. Tempos em que as pessoas que te visitavam tinham que se identificar com o zelador, que passava a lista à polícia. Tempos em que não se podia votar, eleger, decidir, escolher.

Mulheres foram presas, aguentaram requintes de crueldade, sofrendo também constrangimentos, estupros, ameaças de ou torturas inomináveis nascidas de mentes perversas, torturas de seus filhos ante os seus olhos

Foi também das mulheres a iniciativa de construir o Movimento Feminino pela Anistia, que logo foi engrossado pela sociedade e, em pouco tempo, fomos ficando tantos e tantas, que não houve outra saída senão redemocratizar o país.

Essa história, não se conta na escola. Ainda.

Muitos anos depois, o Congresso finalmente aprova a criação de uma Comissão da Verdade, para averiguar as ignomínias não-esclarecidas. A mídia começa a se ocupar do caso.

O general Rocha Paiva, atribuindo-se o papel de porta-voz, se permite ironizar e duvidar do relato de tortura da atual presidenta Dilma, da causa de morte do Wladimir Herzog, e questionar a legitimidade da estruturação da Comissão.

Pronunciamentos de militares sobre duas de nossas ministras – Maria do Rosário e Eleonora Menicucci – bem como questionamentos da autoridade do Ministro da Defesa, tentam criar um fato e um constrangimento político.

Por isso nós, mulheres reunidas neste 8 de março – Dia Internacional da Mulher – vimos a público afirmar o nosso apoio integral à Comissão da Verdade.

Que nossa história seja finalmente revelada, que a verdade seja estabelecida, que se revele o destino dos desaparecidos, que se iluminem os porões.

Que se restabeleçam a memória e a história, para que não se perpetuem a prisão arbitrária e a tortura ou jamais se reinstituam os mesmos mecanismos de exceção.

Os signatários

Assine aqui.